Sinopse

Moradoras de Paraisópolis, comunidade paulistana, Marizete (Bruna Marquezine) – a Mari – e Pandora (Tatá Werneck) – a Danda -, são “amigas-irmãs” e juntas vivem mil aventuras e outros tantos problemas que parecem segui-las por onde passam. São jovens que desejam uma vida melhor e lutam para alcançar seus sonhos. Elas foram criadas por Eva (Soraya Ravenle) e Jurandir (Alexandre Borges), pais biológicos de Danda e de criação de Mari. Eva era a melhor amiga da mãe de Mari, que morreu no parto. Pelo amor que tinha à amiga, pegou a filha dela para criar como se fosse sua.

Mari buscou os estudos e o trabalho para poder dar à Eva algo que sempre sonhou: uma casa própria. Dedicou-se na escola e trabalha desde cedo para juntar o dinheiro que precisa para a realização de seu sonho. Danda é esperta, inteligente e tem um senso de justiça apurado, principalmente quando alguém tenta prejudicar sua melhor amiga. Não se empenhou tanto aos estudos, mas trabalha duro. Mas ela também gosta de uma vida fácil.

Do outro lado da história, ou melhor, do outro lado da rua, vizinho a Paraisópolis, está o luxuoso bairro do Morumbi. É lá que mora Benjamim (Maurício Destri) – o Ben -, premiado arquiteto que volta de Nova York com a noiva, Margot (Maria Casadevall), para realizar seu grande projeto: a reurbanização de Paraisópolis. O maior empecilho deste projeto está na mãe dele, Soraya (Letícia Spiller) e seu tio e padrasto, Gabo (Henri Castelli), sócios majoritários da empresa da família, a Pilartex. O caso da dupla é um tanto polêmico, já que Gabo era cunhado de Soraya. Quando o irmão morreu, ele e a viúva se casaram e tiveram dois filhos.

Ben, filho do primeiro casamento de Soraya, já não tinha uma boa relação com a mãe, e o novo casamento foi o estopim para mais desentendimentos. Soraya, uma mulher chique e elegante, nunca apreciou a relação do filho com a comunidade. Nem parece que ela é filha de Izabelita (Nicette Bruno), uma mulher educada, doce e que gosta de dizer algumas boas verdades para a filha. Já Gabo, ambicioso e destemido, vê Paraisópolis como uma oportunidade de ganhar dinheiro através da especulação imobiliária.

Mas tudo muda quando os caminhos de Mari e Ben se cruzam. Apesar de ser comprometido com Margot, ele se apaixona pela mocinha dessa história. Só que Mari vive vigiada por Grego (Caio Castro), que se acha o “dono de Parasiópolis”, um manda-chuva que tem o respeito da comunidade. Os dois foram namoradinhos de infância, e Grego e não vai deixar barato essa história de Mari se enrabichar por um “playboyzinho do Morumbi”.

Globo – 19 horas
de 11 de maio a 7 de novembro de 2015
154 capitulos

novela de Alcides Nogueira e Mário Teixeira
colaboração de Jackie Vellego, Paulo Lins, Tarcísio Lara Puiati e Vitor de Oliveira
direção de Marco Rodrigo, André Câmara, Oscar Francisco, Cadu França e Carla Bohler
direção geral de Wolf Maya e Carlos Araújo
direção de núcleo de Wolf Maya

Novela anterior no horário
Alto Astral

Novela posterior
Totalmente Demais

BRUNA MARQUEZINE – Mari (Marizete)
MAURÍCIO DESTRI – Ben (Benjamim)
CAIO CASTRO – Grego (Gregório)
MARIA CASADEVALL – Margot
LETÍCIA SPILLER – Soraya Brenner
HENRI CASTELLI – Gabo
TATÁ WERNECK – Danda (Pandora)
LIMA DUARTE – Dom Peppino (Giuseppe Sarti)
NICETTE BRUNO – Dona Izabelita
SORAYA RAVENLE – Eva
ALEXANDRE BORGES – Jurandir (Juju)
FABÍULA NASCIMENTO – Paulucha
DALTON VIGH – Tomás
CAROLINE ABRAS – Ximena
DANTON MELLO – Cícero
LUCY RAMOS – Patrícia
GIL COELHO – Lindomar
BABU SANTANA – Javai
FRANK MENEZES – Júnior (Juneca Purpurina)
OLÍVIA ARAÚJO – Melodia
ANDRÉ LODDI – Raul (Paletó)
PAULA BARBOSA – Olga
ÂNGELA VIEIRA – Clarice
JOSÉ DUMONT – Expedito
TUNA DWEK – Ramira
MARIANA XAVIER – Claudete
PAULA COHEN – Rosicler
ZEZEH BARBOSA – Dália
JOSÉ RÚBENS CHACHÁ – Fradique
ILANA KAPLAN – Silvéria
LUANA MARTAU – Mirela
DANI ORNELLAS – Deodora
CAROLINA OLIVEIRA – Natasha
JULIANA LOHMANN – Neidinha
PRISCILA MARINHO – Omara
EDUARDO DUSEK – Armandinho Prado
FRANÇOISE FORTON – Isolda
RICARDO BLAT – Sabão
MÁRCIO ROSÁRIO – Bazunga
LEANDRO DANIEL – Sereno
DANIEL RIBEIRO – Itamar Timbó
ALICE BORGES – Tinoca
CLÁUDIO FONTANA – Dilson
CAROLINA PISMEL – Janice
DANILO MESQUITA – Máximo
GIULLIA BUSCADO – Bruna
THAINÁ DUARTE – Lilica
GIOVANNI GALLO – Tadeu
EDUARDO MELO – Joaquim
MAUREEN MIRANDA – Ester
CRISTINA LADO – Gilda
MARIA PAULA LIMA – Urbana
PATRÍCIA ELIZARDO – Monserrá
IURI KRUSCHEWSKY – Claudinei
MARIA ASSUNÇÃO – Juvenília
HILTON CASTRO – Totonho
as crianças
GREGOIRE BLANZAT – Lourenço (filho de Soraya e Gabo)
RAFFAEL PIETRO – Pedroca (filho de Soraya e Gabo)
e
ANDERSON MELLO – leiloeiro, quando a casa que Marizete comprou e não pagou vai a leilão
ANDRÉ SALVADOR – policial que prende Grego
ANTÔNIO ISMAEL – alfaiate
BETINA VIANNY – Rafaela (terapeuta de Soraya, no início)
BRÁULIO MOTTA – funcionário do Cebola Brava
CARLOS CASAGRANDE – Thiago (falecido marido de Soraya, pai de Ben, irmão de Gabo)
CARLOS FONTE BOA – office boy que recebe uma cantada de Ester e se revela gay
DIETER FHRICH – maquiador da Avon
EDA NAGAYAMA – juíza no caso em que Soraya foi acusada de racismo
ESTER JABLONSKI – Drª Mirtes (terapeuta indicada por Patricia para substituí-la no tratamento de Soraya)
FÁBIO GOZZI – Orlando (funcionário do Cebola Brava)
FRANCISCO CUOCO – Evaristo Mateus (pai de Júnior)
FREDY COSTA – Robélio (marido de Tairine)
GABRIEL CHADAN – da turma de Máximo, tenta dar um boa noite cinderela em Urbana
GUSTAVO PIASKOSKI – Tatu (menino de rua)
IGOR PAIVA – um dos presos que divide a cela com Jurandir
JITMAN VIBRANOVSKI – Dr. Ivan (geriatra de Izabelita)
LARISSA BRACHER – Delegada Dirce
LÉO WAINER – Dr. Osíris (médico que atende Izabelita)
LESLIANA PEREIRA – Tairine (comerciante de rua em Nova York que pega a bolsa de Mari e Danda)
LUCIANO PULLIG – oficial de justiça
LÚCIO FERNANDES – Antunes (da Pilartex)
MANOEL GOMES – cliente do Cebola Brava
MARCELO MELO – segurança do shopping que prende Jurandir
MÁRCIO ERLISCH – advogado de Izabelita
PATHY DEJESUS – Alceste (amante de Gabo, aliada de Dom Peppino)
PAULO ASCENÇÃO – Vidal (barbeiro de Paraisópolis)
RAFA DE MARTINS – mafioso que tenta matar Danda
RAUL BARRETO – Elias Baverraj (crítico gastronômico que avalia o restaurante Cebola Brava)
ROGÉRIO FABIANO – um dos acionistas da Pilartex
TATYANE MEYER – Shirley (funcionária do Cebola Brava)
THEO FOX – Guarujá
VINÍCIUS CARONI – um dos capangas de Dom Peppino
Alice Ishi (repórter nissei que entrevista Expedito)
Boracéia (mulher forçada a doar leite para a bebê de Margot, sequestrada por Gabo)
Estefânia (caça-talentos da Embeleze)
Grego (criança)
Henrique Córsega (falso fiscal da vigilância sanitária que interdita o Cebola Brava)
Jarbas Amaral (repórter que recebe informações de Sabão)
Marizete (criança)
Maria / Maricota (bebê de Margot)
Dr. Mauro Rassini (advogado de Ben)
Paulo Terada (delegado da polícia federal)

Com uma estreia promissora, I Love Paraisópolis prometia muito quando começou. O primeiro capítulo cravou 29 pontos no Ibope da Grande São Paulo e teve grande repercussão nas redes sociais. A novela fechou com uma média geral de 24 pontos, a mais alta dos últimos três anos (Sangue Bom, de 2013, fechou em 25).
Apesar dos números considerados bons, com o passar do tempo, a trama foi perdendo fôlego à medida que perdia público – quase 1 ponto por mês. Isso ajuda a explicar o seu desempenho.

A boa audiência e repercussão da novela se deveram, principalmente, à popularidade de Bruna Marquezine e Caio Castro (com uma legião de fãs nas redes sociais, que sempre alavancam o “buzz” sobre os atores) e à escalação do elenco de coadjuvantes, em tipos carismáticos e divertidos.
Não seria exagero afirmar que os personagens paralelos “carregaram a novela nas costas” – ainda que, muitas vezes, suas histórias não passassem de esquetes de humor.

I Love Paraisópolis foi originalmente concebida para o horário das seis e tinha o título provisório de Lady Marizete. Com a mudança de horário, investiu-se pesado nas tramas paralelas com comédia (mais condizentes com a faixa) e o título foi alterado sob a alegação de que eram duas protagonistas: além de Marizete (Bruna Marquezine), a sua irmã Danda (Tatá Werneck).

Todavia, com o desenrolar da novela, percebeu-se que 1) Danda não era protagonista, mas apenas mais uma personagem coadjuvante de humor, e 2) a trama central por si só (a história de amor de Mari e Ben) não rendia uma novela – nem das sete nem das seis! Mari e Ben começaram quentes, mas os conflitos entre o casal esgotaram-se na segunda metade da trama, com o casamento. Foi quando Grego e Margot (Caio Castro e Maria Casadevall, numa química já testada anteriormente) dominaram o interesse romântico.

Marizete, sempre de cara fechada, fez Marquezine parecer pouco à vontade na pele de sua personagem. Com Maurício Destri, formou um casal apático, com pouca química na tela.
Caio Castro, inicialmente vendido como o bandidão de Paraisópolis, acabou se tornando um personagem fofo com cara e fama de durão, mas que não metia medo nem em formiga.
Conclusão: a trama central foi se esvaindo com o passar do tempo. Ao final, já não se sabia mais do que a novela se tratava.

Sobrou para os coadjuvantes, na ausência de uma trama central cativante e forte. E aí I Love Paraisópolis mostrou o seu diferencial. Num elenco bem escalado, a novela foi recheada de momentos divertidos, com personagens carismáticos em situações engraçadas. Destaque para a direção (equipe de Wolf Maya), que abusou de clipagem com efeitos sonoros que remetiam a desenhos animados. E o roteiro criativo de Alcides Nogueira e Mário Teixeira.

Mérito também do elenco, principalmente Letícia Spiller (Soraya), Nicette Bruno (Izabelita), Fabíula Nascimento (Paulucha), Babu Santana (Javai), Tatá Werneck (Danda), André Loddi (Paletó), Paula Barbosa (Olga), Frank Menezes (Júnior), Olívia Araújo (Melodia), Eduardo Dusek (Armandinho), Paula Cohen (Rosicler), Zezeh Barbosa (Dália), José Dumont (Expedito), Tuna Dwek (Ramira), Mariana Xavier (Claudete), José Rúbens Chachá (Fradique), Ilana Kaplan (Silvéria), Luana Martau (Mirela) e Alice Borges (Tinoca).

Elogios para a performance de Letícia Spiller, numa personagem cheia de nuances, ora vilã, ora engraçada, ora humanizada. O sotaque paulistano exagerado do início incomodou, mas foi amenizado.
Nicette Bruno cativou com sua Izabelita, numa abordagem pertinente sobre o Alzheimer.
Caio Castro fez uma composição interessante de Grego, ainda que caricato.
Tatá Werneck, criticada pela dicção ruim, usou o problema a seu favor, quando Danda começou a enrolar no inglês (embromation).

A trilha sonora não se limitou ao funk ou rap de periferia, como se poderia imaginar.
Além de dois meninos cantores, a novela mostrou ainda o viés artístico da comunidade, como um núcleo com uma escola de balé.

Outro ponto positivo foi a forma como foi abordada a comunidade de Paraisópolis. Ainda que fantasiosa (seria impossível mostrar a realidade nua e crua no horário), a novela nunca deixou de reivindicar questões sociais pertinentes. Não escancarou violência ou problemas públicos como saúde ou transporte – mas foram citados. Também abordou o racismo e o preconceito social de forma inteligente e informativa.

Paraisópolis é uma das maiores comunidades de São Paulo. Localizada na zona sul da capital paulistana, tem cerca de 100 mil habitantes e um milhão de metros quadrados. Por lá tem, pelo menos, quatro linhas de transporte público e um comércio ativo, que inclui bancos, lojas de departamento, agências de viagem, dentre outros. Uma série de atividades culturais e esportivas é oferecida para as crianças matriculadas nas escolas, sendo o balé e a Orquestra Filarmônica de Paraisópolis as grandes referências, reconhecidos mundialmente por sua excelência, assim como artistas plásticos locais. Nas ruas, as festas chamadas de “pancadões” reúnem milhares de jovens com carros de som potentes e que embalam os grupos que dançam noite adentro.

Além de Paraisópolis, outros locais tradicionais de São Paulo, como o bairro do Morumbi, a Rua 25 de Março, a Avenida Paulista e a Rua Oscar Freire, também serviram de cenário para as cenas gravadas na cidade.
A equipe de produção também foi gravar em Nova York. Nos onze dias em que esteve em Manhattan, a equipe passou por locações como Grand Central, Washington Square, Central Park, Times Square, Gantry Plaza, Queens e Highline.

Uma cidade cenográfica de cerca de dez mil metros quadrados inspirada em Paraisópolis foi criada no Projac (RJ) para abrigar cenários como a padaria de Fradique (José Rubens Chachá), a escola de balé de Isolda (Françoise Forton), a casa de Eva (Soraya Ravenle), a loja de Dália (Zezeh Barbosa), dentre outros cenários.
Estevão Conceição, considerado o Gaudí brasileiro, e Berbela, artista plástico que trabalha com a sucata de carros, dois dos maiores ícones de Paraisópolis, também deram uma consultoria e emprestaram seus olhares especiais, a fim de inspirarem na construção final da cidade cenográfica.

Para a kombi de Rosicler (Paula Cohen) e para as motos da trupe de Grego (Caio Castro), a arte do grafite deu um olhar único para cada um dos veículos. Com trabalhos feitos por Gustavo e Otávio Pandolfo, mais conhecidos como Os Gêmeos, os veículos ganharam um colorido único que se assemelha à arte de Paraisópolis.

Para transformar Caio Castro em Grego, cortes de cabelo desenhados, acessórios pesados, camisetas e calças jeans, com tênis de marca, mostram o poder do chefe da comunidade. Só uma das tatuagens do personagem foi aplicada pela equipe: todas as outras são do próprio ator e aproveitadas para compor o visual.
A atriz Caroline Abras – a Ximena, braço direito de Grego – raspou a lateral do cabelo, escureceu os fios e alongou para ter um look mais forte, além de ganhar uma tatuagem aplicada no braço. Sua maquiagem era feita com técnicas de visagismo, aprofundando e afinando os traços do rosto da atriz para mudar as expressões e reforçar a linha andrógina.

A abertura, produzida em stop motion, com cenas fotografadas quadro a quadro, foi ilustrado com esculturas do mecânico Antônio Ednaldo da Silva, conhecido como Berbela, artista e morador de Paraisópolis. A Globo encomendou a ele peças que remetessem ao universo da trama, que foram produzidas com sucata e materiais reciclados. As peças de arte foram fotografadas ao longo de cinco dias de trabalho, originando uma sequência de cenas animadas e ilustradas com cores vibrantes.

Já o tema da abertura (A Cor do Brasil) foi composto e interpretado por Victor Kreutz, jovem de Paraisopolis. Kreutz foi descoberto pela própria produção da novela, quando se candidatou a um teste para o elenco de apoio. Nessa apresentação, ele mostrou a canção composta, que acabou agradando a direção e foi parar na abertura da novela.

Participação especial da apresentadora Fátima Bernardes, dos cantores Luan Santana, Tiê, Pablo, Vitor Kreutz, Ludmila, Levi Lima e Sandy, e da Banda Uó.

Trilha Sonora Volume 1
iloveparaisopolist1
01. A COR DO BRASIL – Victor Kreutz (tema de abertura)
02. COISAS – Ana Carolina (tema de Margot)
03. THINKING OUT LOUD – Ed Sheeran (tema de Ben e Mari)
04. SIGNS – Claudia Leitte
05. EU QUERO, EU GOSTO – Jamz (tema de Gabo e Soraya)
06. A NOITE (LA NOTTE) – Tiê (tema de Mari)
07. FOR YOUR BABIES – Simply Red (tema de Soraya)
08. ALL ABOUT THE BASS – Meghan Trainor
09. ELAS GOSTAM ASSIM – Projota participação Marcelo D2 (tema de Grego)
10. CATRACA – Banda Uó featuring Mr. Catra
11. NINGUÉM SEGURA ESSA MULHER – Tchê Garotos (tema de Danda)
12. I GET A KICK OUT OF YOU – Ronaldo do Canto e Mello (tema de Soraya)
13. BON VIVANT MANEIRO – Pretinho da Serrinha (tema de Jurandir)
14. NÃO ENCHE – Mosquito
15. A LOBA – Alcione (tema de Eva)
16. O AR QUE EU RESPIRO – Dienis

Trilha Sonora Volume 2
iloveparaisopolist2
01. BOOM CLAP – Charli XCX
02. CIRANDA DA BAILARINA – Sandy e Orquestra Filarmônica De Paraisópolis (tema de Lilica)
03. PATRICINHA DA FAVELA – MC Leozinho
04. SOLTA NA NOITE – Pollo (participação de Sorriso Maroto) (tema de Natasha)
05. TE ENSINEI CERTIN – MC Ludmila
06. PORQUE HOMEM NÃO CHORA – Pablo (tema de Lindomar)
07. SERIA TÃO FÁCIL (SO EASY) Tânia Mara (participação de Brian McKnight) (tema de Tomás e Paulucha)
08. NÃO TÔ VALENDO NADA – Henrique & Juliano (tema de Claudete)
09. UPTOWN FUNK – Mark Ronson featuring Bruno Mars
10. MINA FEIA – Seu Jorge
11. AQUELES OLHOS – Dom M (tema de Grego)
12. ESCREVE AÍ – Luan Santana (tema de Danda e Cícero)
13. VOCÊ É TUDO – Jammil
14. PRAZER, PARAISÓPOLIS – Atozero4 (tema de locação: Paraisopolis)
15. WOMAN TING – Ce’Cile

ainda
LOVE ME LIKE YOU DO – Ellie Goulding

Trilha Instrumental: música original de Victor Pozas

The Big Apple
Saudade de Casa
Rapa em Times Square
Do Bem
Esperançosa
Confusão Mari Danda
Poderoso Nonno
Hashtag Triste
Gabo
Soraya
Na Cama Com Soraya
Triste Hype
Grego
Recomeçando
Funky Queens
Margot Triste
Junior Juneca
Tramóia
Izabelita
Quinquilharias
Obstinado
Grego Subversivo
Mente Confusa
Vizinhos Izabelita
Fast Jazz
25 de Março
Mari Alegre
Lourenço e Pedroca
Emotive Rock
Paraisópolis Alegre
Parto dos Gêmeos

Tema de Abertura: A COR DO BRASIL – Victor Kreutz

Negro branco
Pardo, colorido
Caucasiano
Todos em um grito de não
Ao preconceito
Viva a miscigenação!
Mistura de raças
Somos a cor do Brasil

Brasil, Brasil, Brasil!

Somos mistura, comunidade
Aceitamos todos
Então corre e chega aí
E somos gratos
Sorrisos fartos
A felicidade mora aqui

Lá lá lá lá…

Veja também

  • tempodeamar

Tempo de Amar

  • amorestanoar_logo

O Amor Está no Ar

  • forcadeumdesejo_logo

Força de um Desejo

  • cirandadepedra2008_logo

Ciranda de Pedra (2008)