Sinopse

A construção do amor na convivência entre uma artista plástica e um ator de teatro durante três semanas num apartamento em São Paulo. Paralelamente, ela constrói um trabalho de vídeoarte com sua pequena câmera.

O dia-a-dia é analisado segundo as filosofias de Benjamim Schianberg personagem do livro “Eu receberia as piores noticias dos seus lindos lábios” de Marçal Aquino.

Cultura – 22h
de 5 a 26 de julho de 2009
4 capítulos

roteiro de Maurício Paroni de Castro
direção de Beto Brant
supervisão de núcleo dramaturgia: Pedro Vieira
co-produção TV Cultura e SESC

MARINA PREVIATO – Gala
GUSTAVO MACHADO – Feliz
FELIPE EHRENBERG – Benjamin Schianberg
PAULA COHEN
GERO CAMILO
Minissérie apresentada dentro do projeto Direções, por um novo rumo na teledramaturgia, em sua terceira edição.

Exibida sempre as domingos, o programa acompanhou a construção desde o início de um relacionamento amoroso no interior do apartamento onde aconteciam os encontros do casal protagonista. Diálogos profundos, poéticos ou vazios, a trama era narrada por meio dos dramas, tristezas, confidências e momentos de amor de dois jovens urbanos.

O Amor Segundo Benjamim Schianberg foi inspirado em um personagem do romance Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios, de Marçal Aquino, parceiro de Brant em diversas produções (O Invasor e Ação Entre Amigos).

Personagem secundário do romance de Aquino, Benjamim Schianberg é um psicanalista e professor universitário cujo principal interesse é refletir sobre o comportamento amoroso a partir de observações da realidade. Ele também é o terceiro personagem da minissérie presente apenas no áudio como narrador. O elenco do espetáculo Navalha da Carne (dirigido por Pedro Granato) também faz uma espécie de figuração no início da minissérie.

A proposta ousada de Beto Brant, de construir uma narrativa sem similar na história da teledramaturgia brasileira, foi encampada de imediato pelos atores protagonistas Marina Previato e Gustavo Machado.
“Eles sequer se conheciam quando aceitaram participar do projeto,” disse o cineasta.
“A ideia desde o início foi confiná-los em uma locação e deixar a história fluir.”
O diretor pouco interferiu, a não ser por alguns telefonemas e torpedos.
“O resultado foi melhor do que o esperado. A história foi se desenvolvendo naturalmente com o humor refinado de Gustavo e as tiradas inteligentes de Marina”.

Beto Brant considerou esta a sua experiência mais desafiadora.
“Eu nunca havia trabalhado em TV, mas tinha vontade de me arriscar. Aceitei encarar por que a proposta era testar novos tipos de linguagem na dramaturgia,” disse Brant.
“A liberdade que tive para fazer O Amor Segundo Benjamim Schianberg foi parecida com a que temos no cinema”.

Apresentada também na SESCTV, às segundas-feiras às 22 horas.

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