Sinopse

Em uma louca fuga pelo centro do Rio de Janeiro, Didi encontra Peteco e pede sua ajuda para escapar de Sandoval, um marido traído em busca de vingança. Os dois conseguem despistá-lo embarcando, por acaso, em um navio e substituindo a dupla de apresentadores contratada para os shows do transatlântico. Porém, Sandoval descobre a farsa e vai atrás deles.

Já no navio, Didi se depara com dois criminosos, Hernandez e Kurtz, que negociam a compra da metade de um mapa do tesouro. A confusão aumenta quando uma passageira, a vidente Mirela, escuta Didi contando o que presenciou a seu amigo Peteco. Interessada na história, Mirela se aproxima de Hernandez e se oferece para hipnotizar Kurtz, desde que fique com uma parte da fortuna.

Mirela, Hernandez e Kurtz fogem do transatlântico e embarcam no iate de Armando Bento, que vai ao encontro do navio para resgatar sua filha, Joana. Enquanto Armando a procura, Didi e Peteco ajudam Joana a fugir e também entram no iate. Pouco tempo depois, a embarcação afunda e os náufragos vão parar em uma ilha deserta, dando início a uma corrida maluca em busca do tesouro perdido.

Globo – 17h
de 25 a 29 de fevereiro de 2008
5 capítulos

história de Renato Aragão
escrito por Renato Aragão, Paulo Cursino, Guto Franco, Caxa Aragão, Denise Bandeira, Laura Rissin e Ronaldo Santos
redação final de Paulo Cursino
direção de Marcus Figueiredo e Paulo Aragão
direção geral de Marcus Figueiredo

RENATO ARAGÃO – Didi
RODRIGO FARO – Peteco
MILENA TOSCANO – Joana
DANIEL ERTHAL – Davi
ILDI SILVA – Doroti
ALEXANDRE ZACCHIA – Hernandez / Ramon
PAULO VESPÚCIO – Kurtz
CRISTINA PROCHASKA – Mirela
MIGUEL NADER – Sandoval
ROBERTO FROTA – Cícero de Nassau
BAIACO

e
BANDA SWELL como eles mesmos
CAPIM CUBANO como eles mesmos
ELLEN JABOUR – Suzi
JOSÉ AUGUSTO BRANCO – Armando Bento
MARCELO BARRETO – Didi (jovem)
MARIANA ELALI como ela mesma
VICTOR FASANO – Capitão Falcon

Microssérie exibida após a Sessão da Tarde, às 17 horas, com a intenção de alavancar a audiência do horário.

Figurinos

Por causa do naufrágio que acontecia na trama, a equipe de figurino, liderada por Maíza Jacobina, teve o cuidado de fazer roupas duplas, que pudessem sofrer alterações após o acidente no iate.
“Tive a preocupação de ter elementos com que pudéssemos brincar um pouco após o naufrágio. A personagem Mirela, por exemplo, usa uma faixa na cintura que, depois do acidente, vira um turbante de cabeça. A echarpe de seda usada pelo vilão Hernandez se transforma em um pano que o caracteriza quase como um pirata após o desastre”, explicou Maíza.

No entanto, mesmo com o desafio de compor roupas que pudessem ser usadas em diversas faces, Maíza considerou que a maior dificuldade encontrada pela equipe de figurino foi a composição da personagem Mirela. Cigana e esotérica, Mirela demandou uma busca por elementos que misturassem a moda hippie com o estereótipo das bruxas dos contos de fada.
“Para compor a Mirela, pegamos a moda dos anos 70 e trouxemos para o século 21. Fizemos isso com elementos mais modernos. Além disso, foi bom transportar os anos 70 para o atual através do colorido, porque as cores psicodélicas estão sendo muito usadas hoje e nos serviram de link”, comentou a figurinista.

Produção de arte e cenografia

Em função da explosão do iate, a equipe de produção de arte e cenografia também se preocupou em reproduzir os elementos cenográficos.
“Produzimos o mesmo material que estava no iate novamente, envelhecemos e queimamos tudo, para caracterizar o efeito de explosão”, contou a produtora de arte Patrícia Cravo.
Para retratar o ambiente, foram utilizadas fotos do navio onde aconteceram as gravações, além de algumas referências cinematográficas.

A produção contou com nove cenários, dentre eles as cabines do navio, um corredor de lojas do transatlântico, um salão de festas com o palco onde ocorreram os shows, uma enfermaria e o interior do iate.
“O desafio foi tornar esta confecção a mais real possível. Não é comum, por exemplo, construirmos um iate dentro de um estúdio e, para isso, precisamos pesquisar fotos em revistas, em livros e na internet”, comentou a cenógrafa Leila Chaves.

Para realizar 70% das gravações em externas, foi adotada uma logística diferenciada. Para as cenas em alto mar foram mobilizadas 50 pessoas da equipe de produção. Mais de uma tonelada de equipamento técnico foi levada para o transatlântico e para Fortaleza, no Ceará.

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