Sinopse

A saga de José Inocêncio, um fazendeiro da zona cacaueira de Ilhéus, Bahia. Ao chegar à região onde vai fazer sua vida, finca um facão aos pés de um frondoso jequitibá. Este gesto passa a ser o símbolo de sua coragem e do sonho de se tornar eterno. Apaixona-se e casa-se com Maria Santa e torna-se pai de quatro filhos: José Augusto, José Bento, José Venâncio e João Pedro, o caçula que perde a mãe no parto.

O fato faz com que Zé Inocêncio desenvolva um relacionamento de ódio com o filho. Essa desavença é que conduz todas as tramas da história. Elas se aceleram quando Inocêncio, já cinquentão, conquista e casa-se com a namorada de João Pedro, a jovem Mariana. Esta é neta do seu maior desafeto no passado, Belarmino, assassinado de forma misteriosa, onde as suspeitas recaem sobre o próprio Inocêncio.

Mas o Coronel, como é conhecido, tem um outro inimigo perigoso, Teodoro, seu vizinho, que trava uma luta pela posse de terras. Para piorar, João Pedro acaba casando-se com Sandra, filha de Teodoro.

Globo – 20h
de 8 de março a 14 de novembro de 1993
213 capítulos escritos, 216 apresentados

novela de Benedito Ruy Barbosa
colaboração de Edmara Barbosa e Edilene Barbosa
direção de Luís Fernando Carvalho, Mauro Mendonça Filho e Emílio di Biasi
direção geral de Luiz Fernando Carvalho

Novela anterior no horário
De Corpo e Alma

Novela posterior
Fera Ferida

ANTÔNIO FAGUNDES – Zé Inocêncio
ADRIANA ESTEVES – Mariana
MARCOS PALMEIRA – João Pedro
TARCÍSIO FILHO – Zé Bento
MARCO RICCA – Zé Augusto
TAUMATURGO FERRREIRA – Zé Venâncio
LUCIANA BRAGA – Sandra
MARIA LUÍSA MENDONÇA – Buba (Alcebíades)
PATRÍCIA PILLAR – Eliana
HERSON CAPRI – Teodoro
OSMAR PRADO – Tião Galinha
TEREZA SEIBLITZ – Joaninha
JACKSON COSTA – Padre Lívio
CHICA XAVIER – Inácia
ROBERTO BOMFIM – Diocleciano
REGINA DOURADO – Morena
COSME DOS SANTOS – Zinho Jupará
JACKSON ANTUNES – Damião
ISABEL FILLARDIS – Ritinha
LUIZ CARLOS ARUTIN – Rachid
ELIANE GIARDINI – Iolanda (Dona Patroa)
PALOMA DUARTE – Teca
NELSON XAVIER – Norberto
MARA CARVALHO – Aurora
LEILA LOPES – Lú
KADU MOLITERNO – Rafael
CLÁUDIA LIRA – Kika (Valquíria)
JOSÉ DE ABREU – Egberto
OBERDAN JÚNIOR – Pitoco
CASSIANO CARNEIRO – Neno
ÍRIS NASCIMENTO – Lurdinha
JOFRE SOARES – Padre Santo
CECIL THIRÉ – Delegado Olavo
EVANDRO MONTEIRO – Tarcísio
e
ADENOR DE SOUZA – capanga do Coronel Teodoro
GILBERTO PIQUIRI – jagunço
GRANDE OTHELO – Seu Francisco (pai de Ritinha)
JOÃO DO REINO – jagunço
LAMARTINE FERREIRA – trabalhador
MARCOS – jagunço
ROBERTO GUARABIRA – jagunço
1ª fase
LEONARDO VIEIRA – Zé Inocêncio
PATRÍCIA FRANÇA – Maria Santa
JOSÉ WILKER – Belarmino
FERNANDA MONTENEGRO – Jacutinga
SOLANGE COUTO – Inácia
CACÁ CARVALHO – Venâncio (Bumba)
ANA LÚCIA TORRE – Quitéria
LEONARDO BRÍCIO – Diocleciano
CYRIA COENTRO – Morena
GÉSIO AMADEU – Jupará
RITA SANTANNA – Flor
DANIELE RODRIGUES – Juliete
BETHY ERTHAL – Nena
TONINHO DA CRUZ – capanga de Belarmino
BERTRAND DUARTE – capanga de Belarmino
CLEMENTINO KELÉ
LEANDRO FIGUEIREDO – José Bento (criança)
PABLO SOBRAL – João Pedro (criança)
MARCELO SANTOS – Zinho Jupará (criança)

1ª fase
– núcleo de JOSÉ INOCÊNCIO (Leonardo Vieira), homem valente, obstinado e sonhador que finca um facão nos pés de um jequitibá na esperança de se tornar eterno. Vítima de uma tocaia, é “depenado” por um bando de jagunços:
o amigo RACHID (Luiz Carlos Arutin), mascate que salvou sua vida quando ele foi “depenado”
os empregados e amigos DIOCLECIANO (Leonardo Brício) e JUPARÁ (Gésio Amadeu), fiéis a ele
a agregada INÁCIA (Solange Couto), que o idolatra
o pároco de Ilhéus PADRE SANTO (Jofre Soares).

– núcleo de MARIA SANTA (Patrícia França), moça pura e ingênua que se casa com Zé Inocêncio quando é expulsa de casa, dando a ele quatro filhos. Morre no parto do caçula, para desespero do marido:
o pai VENÂNCIO (Cacá Carvalho), conhecido como BUMBA, que tem ciume doentio da filha
a mãe QUITÉRIA (Ana Lúcia Torre), mulher abnegada e submissa ao marido.

– núcleo de BELARMINO (José Wilker), vizinho ambicioso de Zé Inocêncio que almeja suas terras e para isso tenta matá-lo a todo custo. Porém acaba vítima de sua própria tocaia:
a mulher NENA (Beth Erthal).

– núcleo de JACUTINGA (Fernanda Montenegro), cafetina que acolhe Maria Santa em seu bordel quando ela é expulsa de casa. Trata a menina como uma filha:
as prostitutas MORENA (Cyria Coentro), que casa com Diocleciano, JULIETE (Daniele Rodrigues), que tem inveja de Morena, e FLOR (Rita Santana), que casa com Jupará
o vizinho NORBERTO (Nelson Xavier), dono de um bar que nutre uma paixão platônica por ela.

2ª fase
– núcleo de JOSÉ INOCÊNCIO (Antônio Fagundes), homem bom e justo que prosperou como fazendeiro na região de Ilhéus, conhecido como o Rei do Cacau:
a bela e jovem MARIANA (Adriana Esteves), que se aproxima dele na intenção de vingar o avô Belarmino, que ela acredita que ele matou. Porém se apaixona de verdade e os dois acabam se casando
os filhos JOSÉ AUGUSTO (Marco Ricca), médico sem vocação, JOSÉ BENTO (Tarcísio Filho), advogado, JOSÉ VENÂNCIO (Taumaturgo Ferreira), engenheiro,
e o caçula JOÃO PEDRO (Marcos Palmeiras), que trabalha com ele na fazenda. Apesar da admiração que sente pelo pai, João Pedro é renegado por Zé Inocêncio, por causa da morte de Maria Santa, falecida no nascimento dele. Apaixonado por Mariana, João Pedro abre mão do seu amor para ver o pai feliz
as empregadas INÁCIA (Chica Xavier) e RITINHA (Isabel Filardis)
o empregado DAMIÃO (Jackson Antunes), a princípio um jagunço destinado a matá-lo. Conquistado por ele, se torna seu empregado fiel. Casa-se com Ritinha
o pai de Ritinha, FRANCISCO (Grande Othelo, em participação), que morre no casamento da filha com Damião
a fazendeira AURORA (Mara Carvalho), com quem ele tem um caso.

– núcleo de Zé Bento, o mais ambicioso dos filhos de Zé Inocêncio:
a mulher KIKA (Cláudia Lira), também advogada, com quem vive sem ser casado.

– núcleo de Zé Venãncio, outro filho de Zé Inocêncio, morto numa tocaia feita para o pai:
a mulher oportunista ELIANA (Patrícia Pillar), que inferniza a vida do marido. Envolve-se com Damião
a amante BUBA (Maria Luiza Mendonça), hermafrodita cujo nome verdadeiro é ALCEBÍADES. Vai ter um caso com seu irmão Zé Augusto
o detetive EGBERTO (José de Abreu), contratado por Eliana para saber com quem o marido a trai. Envolve-se com Kika.

– núcleo de Zé Augusto, outro filho de Zé Inocêncio, apaixonou-se por Buba após a morte do irmão:
a garota de rua TECA (Paloma Duarte), menina grávida que ele adota para ficar com o bebê, já que Buba não pode engravidar. Descobre-se no decorrer da trama que ela é a reencarnação de Marininha, a irmã de Maria Santa que fugiu de casa com Rachid no passado:
os garotos de rua NENO (Cassiano Carneiro) e PITOCO (Oberdan Júnior), amigos de Teca.

– núcleo do fazendeiro TEODORO (Herson Capri), vizinho de Zé Inocêncio que o inveja. Envolve-se com Eliana quando a esposa o abandona. Morre no decorrer da trama:
a esposa IOLANDA (Eliane Giardini), que ele chama pejorativamente de DONA PATROA, mulher submissa e infeliz que finge não saber das traições do marido. Envolve-se com Rachid quando este retorna a Ilhéus.
a filha SANDRA (Luciana Braga), moça instruída que acaba se casando com João Pedro, filho do inimigo de seu pai.

– núcleo de TIÃO GALINHA (Osmar Prado), simplório catador de caranguejo, empregado de Teodoro. Ambicioso, sonha em se livrar da vida miserável que leva com a mulher. Comete suicídio ao ser condenado injustamente:
a mulher JOANINHA (Tereza Seiblitz), assediada por Teodoro
o PADRE LÍVIO (Jackson Costa), substituto de Padre Santo, que vive em conflito com sua vocação religiosa. Apaixona-se por Joaninha e os dois vivem um caso de amor.

– núcleo de DIOCLECIANO (Roberto Bonfim), amigo e empregado de Zé Inocêncio:
a mulher MORENA (Regina Dourado), de grande coração, ajudou a criar João Pedro, quando este foi renegado pelo pai, e ZINHO JUPARÁ (Cosme dos Santos), abandonado pela mãe quando ela ficou viúva de seu pai, Jupará
a professorinha (Leila Lopes), que se envolve com Zé Bento, mas é apaixonada por João Pedro
a namorada de Zinho, LURDINHA (Íris Nascimento), ajuda Lú na escola
RAFAEL (Kadu Moliterno), que chega no final para se envolver com Lú.

Em 1981, Benedito Ruy Barbosa apresentou a sinopse de uma novela para a direção da TV Globo, que a recusou. A novela foi então produzida pela TV Bandeirantes e tornou-se o maior sucesso dessa emissora: Os Imigrantes.
Em 1990, a emisso0ra carioca também não se interessou em produzir Pantanal, fazendo com que Benedito a levasse à TV Manchete e a Globo tivesse que se desdobrar para alcançar a audiência desse sucesso (o que nunca aconteceu).

Após o êxito de Pantanal, a Globo tratou logo de resgatar Benedito Ruy Barbosa para sua equipe de novelistas. O autor conseguiu, finalmente, apresentar o seu trabalho em grande estilo, em uma super produção, contando com a repercussão global no horário nobre. Antes a emissora só havia lhe dedicado o horário das seis, considerado “menor”, por seu menor alcance a audiência.

Benedito mostrou-se à altura do compromisso e exibiu seu talento de maneira sedutora. O ritmo lento da narrativa e o estilo contemplativo da direção de Luiz Fernando Carvalho não foi obstáculo aos telespectadores.

A primeira semana de exibição de Renascer, onde foi contado o passado dos personagens, marcou a novela, com imagens belíssimas e direção cinematográfica (direção de fotografia de Walter Carvalho).

Nesta primeira fase, Patrícia França, revelada na minissérie Tereza Batista, estreava em novelas.
Também estreou Leonardo Vieira – que interpretou o protagonista Zé Inocêncio quando jovem – tornando-se o novo galã da casa. Leonardo e Patrícia, de tanto sucesso com seu casal romântico em Renascer, estrelaram a próxima atração das seis, Sonho Meu.

Ainda a primeira novela de Jackson Antunes, Maria Luísa Mendonça, Marco Ricca, Paloma Duarte e Isabel Fillardis.

Benedito Ruy Barbosa iniciou aqui uma parceria de sucesso com Antônio Fagundes, que viveu o Coronel Zé Inocêncio velho. O ator trabalharia ainda em O Rei do Gado (1996), Terra Nostra (1999), numa participação em Esperança (2002) e no remake de sua novela Meu Pedacinho de Chão (2014).

Uma das cenas mais emocionantes da novela foi a morte de Zé Inocêncio. Ele pede ao filho, João Pedro (Marcos Palmeira), que o abrace para desculpá-lo por tantos anos de indiferença.

Benedito ousou falar sobre hermafroditismo, através da personagem Buba (Maria Luísa Mendonça).
Também discutiu o celibato religioso: o Padre Lívio (Jackson Costa) se apaixona pela bela Joaninha (Tereza Seiblitz).
E a questão dos meninos de rua – tema sugerido num congresso da Unicef para autores latino-americanos de telenovelas. Na história, a menina Teca (Paloma Duarte) engravida precocemente e é acolhida na casa de Zé Inocêncio.

Um dos personagens de maior destaque foi Tião Galinha, interpretado por Osmar Prado. O ator desentendeu-se com a produção da novela e foi afastado, apesar do excelente trabalho como o caricato matuto.

Comparações nas tramas de Renascer e Pantanal foram inevitáveis.
Marcos Palmeira viveu o filho enjeitado do protagonista nas duas novelas (Tadeu e João Pedro).
O protagonista de ambas as tramas era dono de uma vasta propriedade e possuía um vizinho inimigo cuja filha se apaixonou pelo filho enjeitado.
Havia também a submissa mulher que era tratada pelo marido truculento com um apelido depreciativo (Maria Bruaca/Ângela Leal e Dona Patroa/Eliane Giardini).
E nas duas novelas, a presença de uma estranha que aparecia do nada para se vingar do protagonista, e que descendia de um antigo inimigo dele (Muda/Andrea Richa e Mariana/Adriana Esteves).

O diabo preso na garrafa por Zé Inocêncio já foi um filão explorado pelo autor em sua novela Paraíso, em 1982, em que o Coronel Eleutério (Cláudio Corrêa e Castro) também possuía um diabo na garrafa.

Os cenários de Renascer – que teve muitas cenas gravadas em Ilhéus, na Bahia – reproduziam o interior de quatro casas de fazendas de cacau.
As cenas que mostravam as cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo foram gravadas nos estúdios da TV Globo, no Rio de Janeiro.
Apenas um cenário foi montado na cidade cenográfica em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio (atual Projac): a casa de Jacutinga (Fernanda Montenegro), dona do bordel, mais tarde transformada em uma pensão que abrigou diversos personagens da trama.
Fonte: site Memória Globo.

O bordão do personagem de José Wilker (Belarmino) – “É justo, é muito justo, é justíssimo” – nasceu de um improviso. O ator esquecera sua fala durante a gravação de uma cena trabalhosa, que envolvia o diretor de fotografia, Wálter Carvalho, e, sem graça de ficar em silêncio, criou a fala que se tornou marca de seu personagem.
Fonte: site Memória Globo.

A apresentação do último capítulo fugiu do esquema habitual. Como haveria a exibição de um jogo de futebol na sexta-feira (12/11/1993), parte do capítulo foi ao ar naquele dia e outra parte no sábado. No domingo (dia 14), depois do Fantástico, o último capítulo foi reprisado na íntegra.

Renascer ganhou a maioria dos prêmios de televisão referentes ao ano de 1993. A APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) a elegeu melhor novela, melhor ator (Antônio Fagundes), melhor ator coadjuvante (Osmar Prado), melhor atriz coadjuvante (Regina Dourado) e ator revelação (Jackson Antunes).
Também ganhou o Troféu Imprensa de melhor novela, melhor ator (Antônio Fagundes) e revelação do ano (Jackson Antunes).

Bumba-Meu-Boi foi o primeiro título pensado para a novela.

A partir de 1993, o tema de abertura das novelas apresentadas naquele ano (Mulheres de Areia às seis horas, O Mapa da Mina às sete, e Renascer às oito) deixou de ser apresentado no encerramento, sendo substituído por alguma outra música de sua trilha sonora. Esse expediente foi usado até 2001, em O Clone.

A novela foi reapresentada no Vale a Pena Ver de Novo entre 14/08/1995 e 01/03/1996.
Reprisada também no canal Viva (canal de TV por assinatura pertencente à Rede Globo), entre 07/11/2012 e 05/09/2013, às 16h15.

Trilha Sonora 1
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01. DITO E FEITO – Roberto Carlos (tema de Dona Patroa)
02. AI QUE SAUDADE DE OCÊ – Fábio Jr. (tema de Damião e Ritinha)
03. LINDEZA – Caetano Veloso (tema de José Inocêncio / tema de Maria Santa – instrumental)
04. SÓ PRA TE MOSTRAR – Daniela Mercury (participação especial de Herbert Vianna) (tema de Buba)
05. O LADO PRÁTICO DO AMOR – Guilherme Arantes (tema de Eliana)
06. SPORT TIME – Sunshine Orchestra
07. CONFINS – Batacoto (participação especial de Ivan Lins) (tema de abertura)
08. LUA SOBERANA – Sérgio Mendes (tema geral / tema dos extratores de cacau)
09. ME DIZ – Fagner
10. PARABOLICAMARÁ – Gilberto Gil (tema de locação: Bahia)
11. DE VOLTA AO COMEÇO – Roupa Nova (tema das terras de José Inocêncio)
12. MENTIRAS – Adriana Calcanhoto (tema de Mariana)
13. EM NOME DO AMOR – Agnaldo Rayol (tema de Rachid)
14. TO AIM – Franco Perini

Trilha Sonora 2
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01. ALÉM DA ÚLTIMA ESTRELA – Maria Bethânia (tema de Sandra)
02. CHEIRO DE SAUDADE – Ney Matogrosso (tema de Morena)
03. EU QUERO MEU AMOR – Elba Ramalho
04. ROMANCE – 14 Bis (tema das terras de José Inocêncio)
05. LAVRADOR – Moraes Moreira (tema de Damião)
06. MEMÓRIAS (PATCH MEMORY) – Franco Perini
07. ESSA TAL FELICIDADE – Tim Maia (tema de Zé Augusto)
08. SETE DESEJOS – Alceu Valença (tema de Damião e Eliana)
09. DOIS CORAÇÕES – Nana Caymmi (tema de João Pedro)
10. PALAVRA ACESA – Quinteto Violado (tema de Tião Galinha)
11. JOANINHA – Itamara Koorax (tema de Joaninha)
12. RENASCER (PROTECTION) – Franco Perini

Sonoplastia: Aroldo Barros
Produção Musical: André Sperling
Direção Musical: Mariozinho Rocha

Tema de Abertura: CONFINS – Batacoto (partic. especial Ivan Lins)

Nada cai do céu nem cairá
Tudo que é meu eu fui buscar
Aprendi viver e caminhar
Entre os bons e os maus e me guardar

Fico me remoendo com meus remendos
Pra me lembrar
Que lá vem desavença
E eu tenho que enfrentar
Isso é o que me alimenta
Que me sustenta, me faz amar
Nesses confins de mundo
Nada vai me assustar

Nada cai do céu nem cairá
Tudo que é meu eu fui buscar
Aprendi viver e caminhar
Entre os bons e os maus e me guardar

E todo dia eu cresço
Com os tropeços que Deus me dá
Mas não há capoeira pra me desafiar
Faço da lua cheia uma candeia pra iluminar
Os olhos do inimigo que possa me roubar…

Veja também

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Pantanal

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O Rei do Gado

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Terra Nostra

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Esperança