Sinopse

A paleontóloga Júlia está no Japão à procura de fósseis de uma nova espécie pré-histórica para finalizar sua tese de doutorado, e assim se casar com seu chefe e noivo, o inglês John Lewis. Depois de sofrer um acidente onde perde quase toda sua pesquisa, Júlia conhece Ícaro, um inventor, que está na “terra do sol nascente” em busca de métodos tecnológicos para criar um robô com as características de Naomi, sua amada esposa que desapareceu e foi dada como morta há alguns anos atrás em um acidente. Ícaro revela para a jovem que na cidade onde vive, no interior de São Paulo, foram descobertas recentemente várias ossadas de animais pré-históricos de 90 milhões de anos. Os olhos de Júlia brilham e ela vê nesta oportunidade a chance de realizar o maior feito de qualquer pesquisador: descobrir uma nova espécie de dinossauro.

Ao chegar na pequena cidade de Preciosa, Júlia conhece Abner, viúvo rude, dono de uma fazenda e pai da pequena Tonica. Os fósseis descobertos estão exatamente no cafezal da fazenda, e Abner é contra as pesquisas em suas terras, vivendo aos tapas e beijos com Júlia. Os dois engatarão um romance, mas, naturalmente, terão que vencer alguns obstáculos para viverem esse amor. O maior deles é Celeste, irmã da falecida esposa de Abner, loucamente apaixonada por ele. Quem também não facilitará em nada o romance de Júlia e Abner serão dois pretendentes de Júlia muito próximos a ela, seus auxiliares de pesquisa Tiago e Cristiano.

Enquanto isso, Preciosa vive às voltas com moradores pitorescos. Como Dona Salomé, mãe de Celeste, uma mulher sovina e ardilosa que não sossegará enquanto não separar o filho Marcos da mulher dele, Natália. O prefeito corrupto Isaías e a primeira-dama Minerva, que aguardam a volta do filho Áureo, que já abandonara Celeste no altar, e que vai deixar a cidade mais “colorida”. E Dulce, a humilde e simplória vendedora de cocadas, orgulhosa do filho Guilherme, que acredita ter se formado médico, mas que na verdade torrou toda a grana que a mãe mandava para custear seus estudos na capital. Guilherme, além de iludir a mãe sustentando a mentira de que é médico recém formado, tentará enganar Alice, filha do prefeito, dizendo que é rico, e não um “viralata”, como a moça arrogantemente se refere às pessoas mais pobres.

Globo – 19h
de 21 de março a 15 de outubro de 2011
179 capítulos

novela de Walcyr Carrasco
escrita por Walcyr Carrasco e Cláudia Souto
colaboração de André Ryoki e Daniel Berlinsky
direção de André Felipe Binder, Fábio Strazzer, Marcelo Zambelli e Roberta Richard
direção geral de Pedro Vasconcellos
núcleo de Rogério Gomes

Novela anterior no horário
Ti-ti-ti

Novela posterior
Aquele Beijo

ADRIANA ESTEVES – Júlia
MARCOS PASQUIM – Abner
MATEUS SOLANO – Ícaro
FLÁVIA ALESSANDRA – Naomi / Naomi robô
CÁSSIA KIS MAGRO – Dulce
ARY FONTOURA – Isaías Alves Junqueira (Zazá)
ELIZABETH SAVALLA – Minerva
JANDIRA MARTINI – Salomé
ANDRÉ GONÇALVES – Áureo
VANESSA GIÁCOMO – Celeste
KLEBBER TOLEDO – Guilherme
MARINA RUY BARBOSA – Alice
CAROL CASTRO – Natália
SÉRGIO MARONE – Marcos
CARLA MARINS – Amanda
BÁRBARA PAZ – Virgínia
PAULO VILHENA – Cristiano
CAIO BLAT – Leandro
OTAVIANO COSTA – Élcio / Elaine
GABRIELA CARNEIRO DA CUNHA – Raquel
ANDERSON DI RIZZI – Sargento Xavier
JOAQUIM LOPES – Josué
LUÍS MELLO – Oséias
PAULO GOULART – Dr. Eliseu
VERA MANCINI – Cleonice
WALDEREZ DE BARROS – Hortência
PAULO JOSÉ – Plínio
RODRIGO HILBERT – Fernando
NÍVEA STELMANN – Lavínia
ANDRÉ BANKOFF – Tiago
MAX FERCONDINI – Wilson
MICHEL BERCOVITCH – John Lewis
CHAO CHEM – Akira
CISSA GUIMARÃES – Augusta
EROM CORDEIRO – Padre Francisco
MARISOL RIBEIRO – Melissa
NARJARA TURETTA – Lílian
JUREMA REIS – Maria João
THIAGO LUCIANO – Everton
DHU MORAES – Janice
ILDI SILVA – Lídia
MÁRCIO TADEU DE LIMA – Herculano
KARLA KARENINA – Anecy
NEUSA MARIA FARO – Palmira
SANDRA BARSOTTI – Dora
SUZY RÊGO – Duda Aguiar
FLÁVIA GARRAFA – Carolina
CRISTINA MUTARELLI – Pink
MIRIAM LINS – Irene
ARY FRANÇA – Dorival
GUILHERME GONZALEZ – Efraim
EMILIANO QUEIROZ – Deodato
DIONÍSIO NETO – Dr. Aquiles
MAURO GORINE – Roney
BRUNA SPÍNOLA – Abelha (Maria Eduarda)
CELSO BERNINI – Bira
RICARDO VANDRÉ – Moisés
LUANA TANAKA – Keiko
MIWA YANAGISAWA – Tieko
FERNANDO RONCATO – Renato
JULIANA SCHALCH – Lara
BÁRBARA SILVESTRE – Inês
KEFF OLIVEIRA – Caco
COSME DOS SANTOS – Bento
DANIELA FONTAN – Marli
GUILHERME NASRAUI – Daniel
CAMILA CHIBA – Hoshi
MARCOS MIURA – Shiro
KEN KANEKO – Hinoue
RAEL BARJA – Tutu
OSWALDO LOT – Zé Paulo
ANTÔNIO FIRMINO – Igor
VERÔNICA ROCHA – Selma (empregada de Isaías e Minerva)
LEANDRO RIBEIRO – Heitor (motorista de Isaías e Minerva)
as crianças
KLARA CASTANHO – Tonica
JOAQUIM AMORIM – Nelsinho
HENRY FIUKA – Rafael
CAROL MURAI – Kimmy
e
ALINE PEIXOTO – Márcia (mãe do bebê Amadeu, o filho de Guilherme)
ANA ROSA – Dinorá (do núcleo da fazenda, mulher de Nivaldo)
CACÁ AMARAL – Diogo Figueiredo (pai de Guilherme)
CAMILO BEVILÁCQUA – padre que substitui Padre Francisco
CARLOS SATO – escavador
CAROLINE ABRAS – Tânia (auxiliar de Júlia que se envolve com Guilherme)
CÁSSIO PANDOLFI – juiz no julgamento de Naomi
CLÁUDIA OHANA – Alzira (falecida mulher de Abner)
CLÁUDIO JABORANDY – Nivaldo (do núcleo da fazenda, marido de Dinorá)
CLÁUDIO TOVAR – Eugênio Santorini (responsável pelo Museu de Cera)
CLEITON MORAES – amigo de Guilherme
CRISTINA AMADEO – juiza que dá a Dulce a guarda do filho de Márcia
CRISTINA SANO – Tomie (tia de Keiko no Japão)
DANIEL UEMURA – escavador
EIJI OKUDA – cientista japonês
ERIK MARMO – Davi (fotógrafo que vai a Preciosa fotografar Duda Aguiar nua)
GIAN BERNINI – amigo de Guilherme
HÉLIO RIBEIRO – Lerner (representante do financiador das pesquisas de Júlia)
HENRIQUE CÉSAR – Padre Aloísio (morre no inicio da novela)
ISAAC BERNAT – advogado responsável pela transferência da casa de Ícaro para Salomé
JADE SEBA – Gisele
JANDIR FERRARI – Dr. Juarez Rosa (promotor do julgamento de Naomi)
LUAN SANTANNA como ele mesmo
MARCELO PORTINARI – funcionário do Museu de Cera de Santorini
MÁRCIA CABRITA – Madame Chuchu (dona do bordel onde Marcos leva Cristiano)
MARCOS TAKEDA – tradutor
MÁRIO HERMETO – Dr. Juarez Rosa
MÁRIO JORGE ANDRADE – dublador de Zariguim
MURILO ELBAS – patrão de Guilherme quando ele trabalha como varredor de ruas
PAULO GIARDINI – oftalmologista de Ícaro
RAFA DE MARTINS – professor na manifestação em frente á prefeitura
RAPHAEL VIANA – Tadeu (médico que cuida do caso de Rafael, filho de Ícaro)
SHIMON NAHMIAS – juiz do julgamento de Guilherme
SYLVIA MASSARI – mãe de Júlia no último capítulo
TARCÍSIO FILHO – Delegado Pimentel (Rodrigo Pimentel do Nascimento)
WILLIAM VITTA – vende um papagaio para Efraim
ZÉCARLOS MACHADO – pai de Júlia no último capítulo
apoio
BIJU MARTINS
DIOGO BRANDÃO
DOUGLAS DE SÁ
EDUARDO DI TARSO
LAÉRCIO FONSECA
LUCIANA BARBOSA
KARLA NOGUEIRA
MANOEL ELISIÁRIO
MICHEL DUMMAR
PAULO REZENDE
POLLIANA LACERDA
ROSINA LOBOSCO
VINÍCIUS SOARES

De acordo com o autor Walcyr Carrasco, a ideia para escrever Morde e Assopra surgiu quando descobriu que Marília, cidade do interior de São Paulo onde foi criado, é um local onde se encontram ossadas de dinossauros. E como Marília tem forte influência da colônia japonesa, e o Japão é o país da robótica, o autor uniu estes dois mundos extremos na novela.

Além, de Marília, a equipe de produção se deslocou para o Japão para gravar as primeiras cenas. O Monte Fuji serviu de cenário para um grande terremoto que aconteceu em um sítio paleontológico. A cena foi gravada meses antes da estreia da novela. Duas semanas antes de ir ao ar o primeiro capítulo, um dos maiores terremotos que já se teve notícia devastou uma região do Japão.
Mesmo em se tratando de um momento delicado e de apreensão em todo o mundo, a Globo não editou a coincidência entre vida real e a história da trama. A emissora afirmou que novelas não têm compromisso com a realidade e que o terremoto ficcional iria ao ar de maneira respeitosa, do jeito que foi concebida, sem a preocupação de se era ou não de mau gosto para aquele momento atual.
“O Japão é um lugar onde terremotos são constantes, mas numa escala bem menor. Quando escrevi a cena, fiquei até preocupado se teria credibilidade por se tratar de um grande terremoto”, contou Walcyr Carrasco.
Além de no Monte Fuji, a Globo gravou por 15 dias em plantações de arroz, templos e restaurantes no Japão.

Imagens da cidade de Tóquio e de cidadãos japoneses abriram o primeiro capítulo. Antes das primeiras cenas, uma mensagem lida pelo ator Mateus Solano dedicou a novela ao país, por conta do terremoto e tsunami ocorridos no início de março.
“Esta novela foi gravada no final de 2010, antes da tragédia que abalou o Japão. Lamentamos profundamente os acontecimentos recentes. Todos nós da equipe de Morde e Assopra dedicamos nossa solidariedade ao povo japonês que nos recebeu tão bem e desejamos que a harmonia volte a reinar na terra do sol nascente”, dizia o comunicado lido pelo ator, que vivia um dos protagonistas da história.
Na sequência foi exibida a primeira cena da novela, um terremoto, da qual participaram os atores Adriana Esteves, Paulo Vilhena e Bárbara Paz.

A novela Tempos Modernos, de Bosco Brasil (2010), também tinha a ideia de apresentar uma personagem robô, vivida por Grazzi Massafera. Mas diante da pouca repercussão da trama, Grazzi acabou ficando como uma personagem real. O robô que já existia (Frank) foi tirado da novela, inclusive.
Em Morde e Assopra, Carrasco retomou a ideia, apresentando a robô Naomi (Flávia Alessandra), criação do cientista Ícaro (Mateus Solano), cópia de uma mulher de verdade, a amada dele. E novamente o público torceu o nariz para a trama robótica. A Naomi verdadeira retornou e passou a haver uma disputa folhetinesca entre a humana e a máquina pelo amor de Ícaro.

Dinossauros e Robôs era o título provisório da novela. Ainda bem que não ficou, pois além da história robótica ter sido atenuada, os dinossauros acabaram sumindo da trama por rejeição do público. A primeira reunião do grupo de discussão – que avalia o andamento da novela – apontou que os dinos não agradaram. Talvez por isto a novela tenha derrapado no ibope nos primeiros meses.

Com as apostas criativas – entende-se os dinossauros e robôs – não surtindo efeito, Walcyr Carrasco resolveu apelar para o dramalhão rasgado. E para isto elevou uma trama paralela a trama central da novela. O drama da simplória vendedora de cocadas Dulce (Cássia Kis Magro) renegada pelo filho ingrato Guilherme (Klebber Toledo) ganhou uma dimensão jamais imaginada no início da novela. E muito se deve ao talento de Cássia ao desenvolver sua personagem com sensibilidade – ainda que caindo na caricatura, mas segurando a personagem pela emoção. O público não resistiu e reagiu positivamente, elevando a audiência da novela. Talvez, para não descaracterizar sua trama de vez, o autor tenha colocado a protagonista “oficial” Júlia (Adriana Esteves) a contracenar com Dulce e Guilherme, funcionando como uma espécie de “mediadora” da relação mãe-filho.
Ganhou destaque também a relação conturbada entre Guilherme e a patricinha Alice (Marina Ruy Barbosa) que rejeitou o namorado quando descobriu que ele era de origem humilde, um “viralata” como ela se referia com arrogância às pessoas pobres. Até que Alice percebeu ser ela também uma “viralata”, ao descobrir a identidade de sua mãe verdadeira, Lílian (Narjara Turetta), que era empregada em sua casa. Mais folhetinesco, impossível. Foi com esses entrechos dramáticos que a novela finalmente fisgou seu público.

Além de Cássia Kis Magro, se destacaram em Morde e Assopra: André Gonçalves, como o gay estereotipado Áureo, responsável pelos momentos mais hilários da novela; Vanessa Giácomo, como Celeste, frequente companheira de cena de Áureo; Jandira Martini, como Dona Salomé, a sovina mãe de Celeste; e Vera Mancini, como a engraçada Cleonice, empregada de Salomé que fica rica.

Morde e Assopra não escapou das nuances próprias da obra de Carrasco em novelas anteriores: sequências de pastelão com direito a torta na cara e gente sendo arremessada, casamentos desfeitos no altar, núcleo caipira pra lá de caricato, com algum animal de estimação (uma minivaca, no caso) e humor ingênuo e infantil. E dramalhão folhetinesco, que o público do horário gosta tanto.

Um dos personagens mais inusitados da trama, o robô Zariguim era amigo de Ícaro e teve participação importante na criação da robô Naomi. Além de auxiliar na construção da andróide, ele a ajudou a descobrir os seus “sentimentos”.
Fabricado na França, Zariguim foi descoberto pela equipe da novela no Japão, em uma feira de pesquisas em tecnologia.
“Foi o que atendeu melhor a nossa necessidade, porque anda sem cabo nenhum e está pronto para receber várias funções. Já veio com alguns programas instalados e, como possui wi-fi e bluetooth, comandamos ele por um laptop durante as gravações”, explicou o produtor de efeitos especiais Vitor Quintella.
Além de Vitor, cinco pessoas acompanharam Zariguim diariamente e ensinaram, na véspera das gravações, os movimentos que eram executados em cena. A equipe foi treinada durante uma semana por um funcionário da fábrica francesa. Feito com motores de alta tecnologia, o robozinho tinha sensores táteis no corpo inteiro e respondia ao toque dos atores em cena.
“Ele tem um sonar para não cair e é ativado pelo ator que estiver em cena, que toca em determinadas partes do seu corpo, acionando as ações programadas pela nossa equipe. Se o Zariguim tiver que pegar uma pinça no chão, ensinamos esse movimento e estabelecemos que ele fará essa ação se for tocado na cabeça, por exemplo. Além disso, ele escaneia o rosto dos atores e consegue acompanhar todos os movimentos”, revelou.
Com voz própria, o robô foi programado originalmente para falar em inglês, francês ou chinês. Por isso Zariguim era dublado. Recebia as falas junto com a programação do movimento e falava ao vivo durante a gravação, respondendo ao comando da equipe de efeitos especiais.

A novela Transas e Caretas, de Lauro César Muniz (1984), também tratava do choque entre o antigo e o futuristico e tinha um robozinho mascote em sua trama: Alcides. O ator anão Quinzinho se caracterizou de robô para dar vida ao personagem.

Para montar o visual da robô Naomi, nada de vestidos futuristas: a inspiração foi a atriz francesa Brigitte Bardot.
“Clareamos o cabelo da Flávia e fizemos o penteado bem parecido com o da Brigitte Bardot. Na maquiagem, contornamos a boca em formato de coração e delinamos os olhos com lápis preto. Esse visual misterioso ajuda para a personagem robô”, revelou a supervisora de caracterização Valéria Toth.
Os tecidos usados pelo figurino também foram escolhidos com intuito de ajudar a atriz a interpretar uma máquina.
“São tecidos mais pesados e duros, que dão menos flexibilidade, já que os movimentos da robô são mais mecanizados. Mas ela também usa blusinhas de renda, dando ar de feminilidade. São roupas que já estavam no armário da Naomi mulher e que foram usadas pelo Ícaro na Naomi robô”, explicou a figurinista Natália Duran. “Usamos cores mais sóbrias no guarda-roupa da personagem, como pretos e cinzas”, completou.

Morde e Assopra foi a primeira novela do horário das sete da Globo a ser transmitida com closed caption – embora as novelas das 18 e 21 horas já usassem este recurso anteriormente. O processo permite a deficientes auditivos captarem em forma de legendas o que não se ouve na tela.

Fisioterapeutas promoveram um boicote contra a novela. Indignada com uma cena, a fisioterapeuta Vanessa Traça criou no Facebook o evento Boicote ao Auxiliar de Fisioterapia da Novela Morde e Assopra. A polêmica começou após a sequência, veiculada no capítulo do dia 31/08/2011, em que o menino Rafael (Henry Fiuka) iniciava tratamento fisioterapêutico com o personagem Renato (Fernando Roncato), que foi apresentado como enfermeiro e auxiliar de fisioterapia.
No manifesto, que teve mais de 5 mil participantes, os internautas pediam uma retratação da TV Globo sobre o assunto. O Crefito (Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional) postou em seu site uma nota de repúdio à cena afirmando que “a fisioterapia é uma profissão de nível superior regulamentada por lei” e que seu exercício “é exclusivo dos profissionais graduados em curso superior de fisioterapia”.
Sobre o episódio, Walcyr Carrasco se pronunciou:
“Só quis deixar claro que o enfermeiro não era um fisioterapeuta, mas que contribuiria dentro de suas limitações para amenizar a dor do paciente. Quando ele disse que fez cursos técnicos, não se referiu à fisioterapia em si. Na minha cabeça, ele estava falando de cursos técnicos em terapias alternativas, das quais sou adepto. Mas acho que isso não ficou claro.”

Primeira novela na Globo do ator Joaquim Lopez.

Trilha Sonora Nacional

mordet1
01. OLHA – Ivete Sangalo (tema de Ícaro e Naomi)
02. NÃO PRECISA – Paula Fernandes (participação especial de Victor & Léo) (tema de Marcos e Natália e de Cristiano e Abelha)
03. MUITO ESTRANHO (CUIDA BEM DE MIM) – Nando Reis (tema de Plínio e Hortência e tema de Cristiano)
04. AMAR NÃO É PECADO – Luan Santana (tema de Júlia e Abner)
05. AS PALAVRAS – Vanessa da Mata (tema do Padre Francisco e Melissa)
06. OVO DE CODORNA – Aviões do Forró (tema de Ísaias e Minerva)
07. ESQUINAS – Roberta Spindel (tema de Márcia)
08. DO LADO DE CÁ – Chimarruts (tema de Wilson e Keiko)
09. TUDO TEM UM PORQUÊ – Guilherme & Santiago (tema de Lavínia e Fernando)
10. BARATO BOM – Moinho (tema de Guilherme e Alice)
11. CHORA, ME LIGA! – João Bosco & Vinícius (tema do Sargento Xavier e Maria João)
12. FEMININO FRÁGIL – Silvia Machete (tema de Guilherme e Márcia)
13. CORAÇÃO (CORAZÓN) – Jota Quest
14. MAMBO N°5 – Tropical Brazilian Band (tema de Élcio / Elaine)
15. AROMA QUE INEBRIA – Yassir e Rodrigo Sater (tema do núcleo da fazenda de Abner)
16. MORDE E ASSOPRA (instrumental) – PH Castanheira (tema de abertura)

Trilha Sonora Internacional

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01. ROLLING IN THE DEEP – Adele (tema de Celeste)
02. YOU & ME – Dave Matthews Band (tema geral)
03. DEEPER – Nova (tema de Abner e Naomi)
04. MY LOVE – Corinne Bailey Rae (tema de Júlia)
05. SOMEWHERE OVER THE RAINBOW – Cidade Negra (tema geral)
06. MOVING – Macaco featuring Seu Jorge (tema de locação: spa de Augusta)
07. RABIOSA – Shakira featuring Pitbull (tema de Áureo)
08. YOU AND ME – Feldberg (tema da Alice)
09. ENDLESSLY – Pin Böner (tema de Alice e Guilherme)
10. TAKE A PICTURE OF THE SUN – The City Lights
11. UNREVEALED LOVE – André Leonno (tema romântico geral)
12. SHE – Daniel Boaventura (tema de Ícaro, Naomi e Leandro)
13. LA GLORIA – Gotan Project (tema de Salomé)
14. COMPTINE D’UN AUTRE ETE (instrumental) – João Carlos Coutinho (tema de Naomi)

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